Barroco – A sofisticação da linguagem

Olá, olá, olá, olá,

Vamos afinar as coisas para esse momento de prova que está chegando? Então senta que lá vem mais história.

No post anterior, vocês viram que eu comentei muito sobre a antítese e o paradoxo e o uso destas figuras pelos escritores barrocos. Estas figuras de linguagem, por expressarem as angústias e conflitos humanos, são muito importantes para o movimento. Mas isso não significa que não sejam exploradas outras figuras nem outros recursos no século XVII. Pelo contrário: eu considero o Barroco, junto com o Parnasianismo (isso é coisa de 2º ano, cenas dos próximos capítulos, tá?), a escola literária que mais valoriza o fazer poético como uma criação racional e calculada. Se nem sempre esse cálculo pensa só no luxo da forma (cultismo), ainda quando o que se deseja é expressar as idéias de forma clara (conceptismo), o que se consegue, nos bons textos barrocos, é uma grande sofisticação lingüística. Por isso, é uma escola difícil de ser encarada por quem está iniciando seus estudos de Literatura. Mas não é impossível, se você se propuser a sua um pouquinho as pestanas.

Como encarar um poema barroco? O que fazer se depois da primeira leitura a sensação que se tem é de que aquele cara está falando grego?

Se você se sente completamente perdido, se você tem vontade de, nessas horas, jogar tudo por alto e gritar pela sua mãe…

SEUS PROBLEMAS ACABARAM!!!

Com o roteiro de estudo de poemas da professora Bianca, a sua vida escolar começa a ter salvação. Um método simples e eficiente, que prepara você para encarar qualquer poema e não perder espaço precioso da sua memória decorando interpretações de livros que você logo logo vai esquecer.

Mas não é só isso! O roteiro de estudos é inteiramente grátis e está disponível na internet, para você acessar em qualquer computador, em qualquer lugar. É só entrar no Literarizando que você tem o Barroco aos seus pés!

Roteiro de estudo: livre sua vida do estresse e seja um leitor independente pelo resto da sua vida! 😀

Tá, a piada pode ser sem graça. Mas eu não consegui resistir. Eu não curto muito dar fórmulas prontas para vocês, mas o roteiro funciona sim. Ele pode não deixar tudo explicadinho, você sozinho pode ter dificuldade para encarar algumas associações, mas pelo menos o geral do texto vai estar resolvido. E não, ele não é uma coisa tão rápida indolor quanto muitos de vocês devem querer que seja. Para seguir o roteiro é preciso se esforçar sim, é preciso pensar, refletir, reescrever, leva tempo e dá trabalho. Não é CTRL + C / CTRL + V. Mas melhor aprender a fazer uma coisa que vai poder ser usada sempre e que vai transformar você num leitor competente do que gastar horas do dia simplestemente decorando informações. Quem decora, esquece. Quem aprende, leva para sempre.

Feita a palestra básica, vamos ao roteiro e suas etapas. São cinco etapas: encontrar o tema, esclarecer significados, ordenar o texto, compreender significados e observar o paralelismo.

Para encontrar o tema, você tem duas ferramentas: procurar na indicação temática e procurar palavras-chave. Lembre-se que os três temas básicos da poesia barroca são o amor e suas contradições e sofrimentos, a religiosidade (e a relação homem x Deus, pecado x salvação) e a efemeridade da vida (o caráter passageiro de todas as coisas). Palavras que estejam ligadas a esses campos temáticos, mesmo as mais indiretas como nomes de mulheres e nomes de santos já solucionam esta parte do estudo e já nos informam que expectativas sobre o texto podemos ter.

Em seguida, destaque as palavras cujo significado você desconhece e consulte um dicionário ou glossário. Conforme for fazendo isso, comece a desfazer os hipérbatos, ordenando o texto de forma direta. Para desfazer os hipérbatos, tasque análise sintática no poema: identifique e destaque os verbos do texto e faça aquelas perguntas que te ensinaram na 7ª e 8ª séries. Lembra não como faz? Pegue sua gramática e vá estudar: por incrível que pareça, você vai precisar destes conhecimentos pelo resto de sua vida de leitor competente.

Para concluir seu estudo, lembre-se que as palavras vão ser usadas em sentido conotativo. Luz, sombra, branco, num texto barroco, raramente vão ser as coisas que essas palavras nomeiam objetivamente. Elas na maioria das vezes serão metáforas ou metonímias de alguma outra coisa e muito provavelmente estarão em antítese ou paradoxo com algum termo do poema. Observe também que a estruturação das frases segue um paralelismo, uma ordenação lógica repetitiva, que pode consistir em reservar uma estrofe para uma idéia e a seguinte para sua antítese ou ainda para nomear muitas coisas em uma estrofe e só na seguinte indicar o que elas fazem. Essa etapa é a mais complexa, porque não existe um modelo único a ser seguido. Sacar essa organização é coisa que só a prática traz.

Falando em prática, vamos rever a nossa prática em sala de aula? Comecemos, então, com o soneto de Francisco de Vasconcelos:

À morte de F.

Este Jasmim, que arminhos desacata

Essa Aurora, que nácares aviva,

Essa Fonte, que aljôfares deriva,

Essa Rosa, que púpuras desata:

Troca em cinza voraz prata lustrosa


Brota em pranto cruel púpura viva

Profana em turvo pez prata nativa

Muda em luto infeliz tersa escarlata

Jasmim na alvura foi, na luz Aurora,


Fonte na graça, Rosa no atributo,

Essa heróica Deidade, que em luz repousa.

Mas fora melhor que assim não fora,


Pois a ser cinza, pranto, barro e luto

Foi Jasmim, Aurora, Fonte, Rosa.


Seguindo o roteiro, sabemos pela indicação inicial que este texto é dedicado à morte de alguém, cujo nome começa com F. Visto que o autor é um homem, e que estamos no Barroco, à morte de uma mulher. Sendo à morte, esse texto provavelmente associará o sofrimento amoroso à fragilidade das coisas do mundo, mostrando como a vida se transforma em morte.

É exatamente isso que ocorre. Se analisarmos a primeira estrofe, ela contém apenas a referência a coisas que caracterizam a mulher amada que morreu: ela é um jasmim, uma aurora, uma fonte, uma rosa. E é isso por causa das características listadas nessa estrofe. Ela é um jasmim por causa da alvura de sua pele (o jasmim é tão branco que desafia os arminhos, animais que no inverno ficam inteiramente brancos e que, por isso, têm seu nome associado à pureza desta cor). É uma Aurora, porque traz luz que torna mais vivas as coisas delicadas que a rodeiam (o nácar é a substância brilhante que recobre conchas e pérolas, dando a elas tons rosados e, por isso é associado à cor de rosa) . Ela é uma fonte, que gera orvalhos (aljôfares) ou ainda pequenas pérolas (aljôfares em sentido figurado também pode significar pérolas). Ela é uma rosa que desata, solta a cor púpura.

Claro que avivar os tons de cor de rosa, gerar orvalhos ou pérolas, soltar cor no mundo são imagens metafóricas. O que o eu lírico nos diz é que essa mulher tinha uma presença agradável, era delicada e graciosa e que conviver com ela era ter um mundo mais vivo, mais emocionante.

Note que nessa primeira estrofe, o eu lírico apenas descreveu como essa mulher é, ou melhor, era. Lembre-se que o poema foi dedicado à ocasição da sua morte. O eu lírico então mostra como ela era especial, mas ainda não mostrou o que aconteceu com ela. Esses elementos (jamim, aurora, fonte e rosa) ainda não tiveram uma ação (feita ou sofrida). Isso só vai acontecer na estrofe seguinte, quando a relação antitética

vida x morte vai se completar.

Lembra do paralelismo? Sempre que um poeta barroco passa uma estrofe inteira nomeando e caracterizando coisas para só depois dizer o que aconteceu com elas, ele vai usar o paralelismo para relacionar o sujeito à sua ação. Então o primeiro verso da primeira estrofe vai ter complemento no primeiro verso da segunda estrofe, o segundo da primeira no segundo da segunda e assim por diante.

Cientes desse paralelismo, olha só o que temos. O jasmim troca sua prata lustrosa (brilhante) por cinz voraz, ou seja, escuro. A aurora deixa de avivar tons cor de rosa para brotar, ou seja, gerar, a cor púpura (cor de vinho escuro) em pranto cruel. Pranto é o mesmo que choro, e metonimicamente (em substituição) vai representar algo que relacionamos ao nosso choro ante a morte de quem amamos. Quando morre a pessoa amada a pessoa vive o seu pranto, o seu choro, o seu luto. E a cor que representa esse momento é o preto. Veja que se agora se faz a antítese do elementos apresentados (o branco puro virou cinza, a cor de rosa virou vinho quase roxo), a antítese para a aurora é o crepúsculo, o pôr-do-sol, quando a luz do dia cede lugar à escuridão da noite. A morte dessa mulher,. que era uma aurora, que trazia luz para os tons de rosa, traz escuridão (pranto) para os tons de vinho. E, por fim, a rosa, que soltava sua cor púpura, sua tersa escarlata (cor vermelha viva) agora muda essa cor em luto infeliz (de novo a imagem do preto). A rosa murchou, perdeu sua cor e ficou preta.

Apresentada a mulher e a transformação por que ela passou quando morreu, o eu lírico vai fazer as considerações sobre este assunto. Nos sonetos esse espaço é reservado sempre aos tercetos, especialmente o último, que faz a conclusão, a avaliação das idéias sobre o tema. Por isso esse último terceto contém a

chave de ouro do soneto.

Quais são as considerações? Ora, ele observa que essa “heróica Deidade”, essa heróica mulher divina, que agora repousa em luz (um eufemismo para morte), foi tudo isso que ele nomeou (jasmim, aurora, fonte e rosa). E afirma, no último terceto, que é melhor que tenha sido assim, que ela tenha nascido desse jeito, bela e graciosa e morrido completamente transformada, a ela ter sempre sido cinza, pranto, barro e luto, ou seja, que ela fosse feia, triste, estabanada e desagradável.

Essa volta todinha para dizer isso? Claro! O poema é cultista e para ele não interessa a clareza da idéia. Muito menos se faz poesia sem demandar reflexão de texto. Se queremos ser objetivos, vamos fazer outra coisa da vida, não fazer poesia, não é mesmo?

E os textos de Gregório de Matos, que já vimos que é autor Barroco? São todos assim também? Nem todos. Gregório às vezes é inteiramente cultista, às vezes conceptista, às vezes um pouquinho de cada. Observe estes dois sonetos dele:

Desenganos da vida humana, metaforicamente

É a vaidade, Fábio, nesta vida
Rosa, que de manhã lisonjeada,
Púrpuras mil, com ambição dourada,
Airosa rompe, arrasta presumida.

É planta, que de abril favorecida,
Por mares de soberba desatada,
Florida galeota empavesada,
Sulca ufana, navega destemida.

É nau enfim, que em breve ligeireza,
Com presunção de Fênix generosa,
Galhardias apresta, alentos preza:

Mas ser planta, ser rosa, ser nau vistosa
De que importa, se aguarda sem defesa
Penha a nau, ferro a planta, tarde a rosa?

Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,
Depois da Luz, se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.

Porém, se acaba o Sol, por que nascia?
Se formosa a Luz é, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?

Mas no Sol, e na Luz falte a firmeza,
Na formosura não se dê constância,
E na alegria sinta-se tristeza,

Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza.
A firmeza somente na incostância.

Observe que a linguagem do primeiro texto é extremamente sofisticada, como a do soneto anterior. Mas a do segundo não, é bem mais clara. Não quer dizer que esse texto seja essencialmente conceptista, pois ele ainda valoriza muito as imagens que seduzem o leitor. Mas não é um texto que a valorize a ponto de embotar completamente a idéia. Nele cultismo e conceptismo convivem lado a lado.

Se o segundo texto não requer maiores explicações (vamos assinalar apenas que é um texto sobre a efemeridade das coisas do mundo, tema desenvolvido através de várias antíteses e de alguns paradoxos), o primeiro requer todo aquele trabalho dedicado ao soneto de Francisco de Vasconcelos. Vamos a ele então.

Começando pela análise do título, sabemos que o texto vai tratar das desesperanças da vida humana. Desengano é a desilusão, a deesperança. Somos desenganados quando sabemos que não resta mais nada a fazer para que algo ruim deixe de acontecer. Essas desilusões da vida humana serão abordadas de forma metafórica no texto, o que já nos prepara para umas metáforas bastante originais.

Ordenando o texto de forma direta, percebemos que no primeiro verso o eu lírico se dirige a um receptor, um Fábio (as vírgulas destacam o nome, como fazemos com os vocativos). Nesta vida é a circunstância em que acontece aquilo de que ele vai falar, a identidade da vaidade (Fábio, nesta vida a vaidade é). A partir daí virão as metáforas do texto que vão registar o que o eu lírico pensa sobre a vaidade. Essa imagem será registrada sempre na mesma seqüência (paralelismo, olha aí): primeiro a imagem junto com o verbo ser, em seguida a caracterização e por último o que ela faz. Esse esquema está se repetindo em todas as metáforas.

Quais são as metáforas? Fácil de perceber: procure aquilo que completa “a vaidade é”. Você vai ver que ela é rosa (1ª estrofe), planta (2ª estrofe) e nau (3ª estrofe). Por que diabos a vaidade é uma planta e uma nau é que é a coisa complexa. Mas o próprio poema explica.

A vaidade ser uma rosa não é uma metáfora tão surpreendente assim. Afinal a rosa é uma flor atraente – cheirosa, bela, delicada… A pessoa vaidosa também se mostra assim, principalmente as mulheres. Mas a rosa também tem espinhos, e a vaidade os tem: a pessoa muito vaidosa pode se tornar convencida, ou escrava dessa vaidade. E é isso que o poeta alerta. A vaidade é rosa pela manhã lisonjeada, ou seja, agradada pelo momento da manhã. Afinal, é o amanhecer que estimula a rosa a desabrochar. Quando ela desabrocha ela rompe (abre-se) airosa (nova, elegante, viçosa), arrasta púpuras mil (solta a cor púpura). Quando nos tornamos vaidosos cuidamos de nós mesmos, nos embelezamos. Mas, lá vem o espinho: a vaidade faz isso ambiciosamente, presumidamente.

E o que a vaidade tem a ver com uma planta? Olha, não é qualquer planta. É aquela favorecida pelo mês de abril (olha o paralelismo – cada metáfora é acompanhada por uma oração adjetiva). E o que o mês de abril tem de favorável às plantas? Bom, no hemisfério norte é primavera. E aqui no nordeste é outono: período em que o clima mais ameno deixa no sertão as plantas fortes. A planta favorecida por abril está cheia de energia, florida, colorida. Aquela flor delicada criou raízes: o poeta mostra a vaidade ficando maior forte e maior no homem.

Nessa estrofe da planta é que a coisa complica. Complica porque, para falar da tal planta, temos uma metáfora inesperada, fora da estrutura paralelística de até então. Veja que esse “por mares de soberba desatada” não tem nada a ver com planta. Planta e mar é viagem demais, mesmo para um poeta barroco. Não tem a ver com planta, mas tem a ver com galeota: uma pequena embarcação. Uma galeota florida, empavesada (de pavão mesmo, toda enfeitada). Essa planta é como uma embarcação florida, enfeita, que sulca (abre caminho) ufanamente (com otimismo excessivo), navega sem temor por mares de soberba ilimitada. A ambição virou soberba: a pessoa dá excessivo valor à sua excelência. Sílvia de Duas Caras, lembra?

Chegando aos tercetos e já acostumados ao mecanismo do texto, fica fácil. A vaidade é um navio que apresta, que concede, dá galhardias, elogios. Um navio que preza os alentos, os consolos. É um navio porque é breve, ligeira, e tem a presunção generosa da Fênix: se acha imortal. Um navio lindo, forte, indestrutível. O Titanic. E o que aconteceu com o Titanic? Gregório de Matos se antecipou em uns 250 anos: achou o seu fim, como tudo acha. A ilusão do homem é achar que está no controle das coisas, que nada de ruim vai acontecer a ele. É a vaidade humana. E lá, na chave de ouro, o poeta esclarece o que pensa sobre ela: de que importa a vaidade (a planta, a rosa, a nau vistosa) se sem defesa cada coisa aguarda seu fim? O navio encontrará a pedra (penha, a planta será cortada por um instrumento de ferro, a rosa murchará no fim da tarde.

O homem barroco, em sua angústia existencial, conehce suas limitações e se debate com elas. Ele se desilude com a vida humana e procura a arte como um meio de expressar esse grande medo das coisas que não duram. E busca na religião aquilo que pode dar a ele segurança, uma forma de constância de eternidade. E só para complicar a vida dele, ele sabe que só isso, só essa segurança espiritual é uma vivência incompleta. Ser humano é ser efêmero e eterno. É ser um paradoxo: uma realidade sofrida, e, nas palavras de Cecília Meireles que “não há ninguem que explique / e ninguém que não entenda“.

Beijos!

7 thoughts on “Barroco – A sofisticação da linguagem

  1. Bianca, na turma A, você não teve tempo para resolver a ficha 10, gostaria que você postasse aqui as respostas da mesma.
    Agradeço desde já.

  2. Anônimo,

    Se você olhar a postagem anterior vai ver que ela está TODA respondida aqui no blog.

    Bom estudo!

  3. ola Bianca,

    não tem nada a ver com o texto. Eu queria saber uma fonta boa para pesquisa do tópico 4 do trabalho, modo de combate as práticas judaizantes, se for possível é claro.

    Muito obrigadadesde já

  4. Bianca,

    pelo amor de Deus eu queria muito daber uma fonte segura para procurar o itme 4 do trabalho do livro “Os rios turvos”

    obrigada, mesmo que você não possa, desde já.

  5. Anônimo,

    Criatura, aqui vai uma série de referências interessantes:

    O Último Judeu: uma História de Terror na Inquisição (é um romance histórico)
    História das Inquisições

    Desses dois primeiros não recordo o autor. Cheque esses também:

    Judeus no Tempo dos Filipes, Juan Ignacio Pulido Serrano
    Agentes da fé, de Daniela Buono Calainho

    e sobre a questão alemã:

    Sobre a questão judaica, Karl Marx
    Os Nazistas e a Solução Final, Mark Roseman

    Bom trabalho!

  6. Prof. Bianca,
    eu queria alguma referência pra o tópico 3…
    “como se deu o com bate as “práticas judaizantes” na Europa e no brasil nos séculos 16 e 17.”

    obrigado.

  7. Anônimo,

    Para responder a este tópico eu dou as seguintes sugestões:

    1 – pesquisa bibliográfica em livros sobre a Inquisição no século XVII.

    2 – entrevista com representates da comunidade judaica daqui (você pode ir à rua do Bom Jesus, onde funciona o centro cultural, no prédio da primeira sinagoga das Américas) ou com professores de História (sugiro buscarem alguém do departamento de História da UFPE).

    3 – pesquisa na web.

    Se optarem pela entrevista, eu quero que deixem anexa ao trabalho uma cópia com a transcrição da entrevista, ok?

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