De palavras e de imaginação se faz o homem.

Quase um tweet

Correndo… porque o dia não tem as 48h de que preciso para fazer tudo que preciso fazer o dormir o quanto preciso dormir para continuar fazendo o que preciso fazer.

Clique aqui para baixar o material visto em sala sobre Cartas Chilenas.

Beijinhos!

 

Olá, senhoritos e senhoritas,

Vim deixar um presente para vocês, pessoas estudiosas: uma análise beeeemmmm aprofundada da obra Marília de Dirceu para quem pretende se jogar fundo no vestibular seriado. De lambuja, já que eu estou aqui mesmo, deixa eu aproveitar para fazer uma compilação dos posts anteriores sobre Arcadismo que pode interessar vocês.

* Modo voz metálica de teleatendimento ligado*

Se você deseja informações sobre a linguagem do Arcadismo, tecle 1.

Se você deseja um post básico sobre o movimento, tecle 2.

Se você deseja um post sobre a relação entre o Arcadismo e o seu contexto histórico, tecle 3.

Se você deseja um post sobre o contexto histórico do Arcadismo & as características do movimento, tecle 4.

Se você deseja um post sobre as principais obras do Arcadismo brasileiro, tecle 5.

Se você o que você deseja é ir direto para o download do texto sobre Marília de Dirceu, acesse direto por este link o arquivo no 4shared.

Não esqueça: o seu acesso é muito importante para nós.

Obrigado e volte sempre!

É isso, fofinhos. Bons estudos a todos!

 

Olá, pessoas,

Deixa eu já organizar de agora boa parte da casa para vocês estudarem bem direitinho para a prova da próxima sexta-feira. Para isso vamos ter três coisinhas no post de hoje:

  1. Análise do poema de Gregório de Matos dedicado a um braço do Menino Jesus, um dos sonetos mais difíceis do Barroco brasileiro para quem está começando a leitura  deste tipo de poesia, e que caiu no vestibular seriado da UFPA, em 2007, questão reproduzida na ficha 12 (é a penúltima questão do material).
  2. Link para o download dos gabaritos e comentários das questões da ficha 12.
  3. Links para postagens anteriores do site que são as mais interessantes para esta primeira avaliação em que será cobrado o movimento.

Como diria minha amiga Carol Araújo: “Guerreou?“. Então senta que lá vem a história. Começando do começo, o melhor lugar para se começar. E o nosso começo é o poema do braço do Menino Jesus.

O todo sem a parte não é todo;
A parte sem o todo não é parte;
Mas se a parte o faz todo, sendo parte,
Não se diga que é parte, sendo todo.
 
Em todo o Sacramento está Deus todo,
E todo assiste inteiro em qualquer parte,
E feito em partes todo em toda a parte,
Em qualquer parte sempre fica todo.

O braço de Jesus não seja parte,
Pois feito Jesus em partes todo,
Assiste cada parte em sua parte.

Não se sabendo parte deste todo
Um braço que lhe acharam sendo parte,
Nos diz as partes todas deste todo.

Eu não sei quanto a vocês, mas na primeia vez em que eu li este soneto, a primeira coisa que eu pensei foi: “Que Detefon foi esse que esse cara cheirou antes de escrever isso?!!“. Eu não entendi nada com coisa nenhuma. É absolutamente normal não entender de primeira. Depois, quando a gente entende, fica parecendo aquela cena final quando Po entende a sacada do pergaminho do final de Kung Fu Panda. Você faz um “ah, tá!” e depois se pergunta “e era só isso mesmo”? É, era.

Mas vamos lá. Chega de conversa fiada. Neste texto, mais do que em qualquer outro, precisaremos aplicar o método de interpretação Jack, o Estripador: por partes. Descontada a referência infame da piada,  vou pedir que você pegue um material importantíssimo para o entendimento deste soneto: uma pizza.

Não tem pizza? Tá, eu te dou uma. Toma.

Hummm… Isso que dá eu postar sem jantar, tá vendo?

Ter uma pizza é importantíssimo para entender este soneto porque ele começa com um raciocínio matemático muito complexo de se entender lendo e muito fácil de se entender vendo.

O todo sem a parte não é todo;
A parte sem o todo não é parte;
Mas se a parte o faz todo, sendo parte,
Não se diga que é parte, sendo todo.

O todo sem a parte não é todo. Ok. Matematicamente, uma pizza como aquela ali, redondinha, borbulhante e calórica, é um todo, um inteiro. Se você tirar aquele pedaço delicioso que começa a ser retirado da pizza naquela foto, ela deixa de ser um inteiro. É bem óbvio né? Agora pegue só esse danado desse pedaço, o seu pedaço da pizza.

Servido?

Agora que você tem uma parte da pizza, sua, ela vira um novo inteiro matemático, pronta para ser alvo daquele pedido básico do “me dá um pedacinho!” daquele irmão/amigo/namorado/pai/mãe/gato/cachorro/papagaio/cunhado esfomeado que você tem. Por isso que A parte sem o todo não é parte.

Daí que se a parte é um todo quando ela está sozinha, o eu lírico do texto contesta: Não se diga que é parte, porque ela é um inteiro (todo).

É, a parte é um todo. Paradoxo, a gente vê por aqui.

Agora tá na hora de você me perguntar o que diabo isso tem a ver com o braço do Menino Jesus. E na hora de eu explicar: segundo os copistas, na referência da circunstância da produção deste poema, ele foi dedicado a um braço do Menino Jesus a quem inféis despedaçaram. Subentende-se que havia uma imagem de Jesus menino e alguém, que é mencionado como infiel, quebrou a estátua, e a única coisa que ficou inteira foi o tal do braço.

Aí é a hora de você perguntar porque alguém faria um poema sobre isso. E na hora de eu responder: pra se amostrar na Academia, oras. Como aqui no Brasil não tinha Academia literária nessa época, pra se amostrar em qualquer canto, pronto. Se faz isso pra mostrar como você é um grande poeta, fazendo uma obra complicadíssima sobre um assunto que em si é banal.

Agora vamos continuar. O poeta ainda não ligou a historinha da parte que não é parte, porque a parte é um todo, ao conteúdo religioso do seu poema. Ele começa a fazer isso no quarteto seguinte:

Em todo o Sacramento está Deus todo,
E todo assiste inteiro em qualquer parte,
E feito em partes todo em toda a parte,
Em qualquer parte sempre fica todo.

Neste quarteto, retomam-se três importantes dogmas do catolicismo: o dogma da perfeição divina, o dogma da onipresença de Deus e o dogma da Santíssima Trindade. Para os católicos (e todos os cristãos, enfim), Deus é inteiro e perfeito, está presente em todos os lugares e se manifesta através de três personas, que são como “partes” (olha que isso é importante) suas: Pai, Filho e Espírito Santo. Por isso em todo sacramento, ou seja, em toda ação religiosa sagrada, está Deus todo (por inteiro) e ele todo (por completo, com perfeição) assiste (está) inteiro em qualquer parte (qualquer lugar). Como Deus todo é feito em partes (Pai, Filho e Espírito Santo) em toda parte (todos os lugares), em cada parte (aqui a palavra é empregada com toda ambiguidade: em todos os lugares e em todas as partes de Deus) sempre fica todo (inteiro, perfeito).

Tá, o fim foi complexo, então vamos de novo.

E feito em partes todo em toda a parte, → Sendo Deus todo feito em partes (da Santíssima Trindade) em todos os lugares
Em qualquer parte sempre fica todo. → Em qualquer lugar do mundo Deus sempre fica inteiro (porque ele é onipresente e está em todas as partes ao mesmo tempo) & Em qualquer das suas partes (Pai, Filho, Espírito Santo) Deus permanece inteiro (porque a parte sozinha é um todo, matematicamente, e porque Deus é perfeito então cada parte sua é ele inteiro também).

Agora vamos lá. Temos que dar um desconto. Essa última viagem não é culpa do poeta não. O dogma é esse, fazer o quê?! A crença religiosa é justamente essa: a parte de Deus é o mesmo que Deus inteiro. É por isso que pedir a benção do Espírito Santo, a proteção do Pai, no fim das contas, é tudo a mesma coisa: porque o Espírito Santo, o Pai e o Filho são Deus (todos juntos e também cada um separadamente).

Que o Senhor me perdoe a heresia, mas nessa hora eu só consigo pensar naqueles bonequinhos de fantoche que se vendia quando eu era bem pirralha, com a Chapeuzinho Vermelho, a Vovó e o Lobo Mau. Era um boneco só, que você virava do avesso pra um lado e pra o outro e ora a cara era da Chapeuzinho, ora era a da Vovó e ora era a do Lobo.

Acho que depois dessa eu vou ter que ir me confessar com Frei Evilásio. ¬¬

Voltando… Deu para entender as premissas argumentativas do texto né? Antes de falar do braço do Menino Jesus, única parte que sobrou da imagem, o eu lírico faz questão de deixar bem amarrada a ideia de que uma parte é um todo perfeito. Com isso feito ele pode comprovar o que pensa sobre o bracinho que sobrou da imagem.

O braço de Jesus não seja parte,
Pois feito Jesus em partes todo,
Assiste cada parte em sua parte.

Não se sabendo parte deste todo
Um braço que lhe acharam sendo parte,
Nos diz as partes todas deste todo.

O braço de Jesus tem que ser considerado um inteiro e não uma parte porque, mesmo sendo a imagem de Jesus feita em partes (cante comigo: cabeça, ombro, joelho e pé…), cada uma pertencendo ao seu lugar (cabeça em cima do pescoço, braços presos nos ombros), se o braço que foi encontrado não se sabe parte (já que não havia o resto da imagem), do mesmo jeito que o pedaço da pizza, ele vira um inteiro. Este inteiro diz todas as partes do outro inteiro (a imagem toda), o que significa dizer que o valor espiritual representado por este braço é o mesmo que o da imagem completa, como o valor de Deus representado no Filho (um parte da Santíssima Trindade) é o valor de Deus inteiro.

Ufa!

Há quem diga que esse texto é uma grande tiração de sarro de Gregório de Matos em relação aos extremismos religiosos e à idolatria (condenada pelos reformistas). Esta leitura, no entanto, não é um consenso, ok? A versão mais aceita, que você vai adotar num vestibular, é a de que com esse poema ele tenta valorizar a imagem de Jesus que foi quebrada.

Para quem está se perguntando se o poema é cultista ou conceptista: os dois. O raciocínio & a forma são igualmente privilegiados no texto.

Bom, agora vamos ao jogo rápido. Por partes, de novo. ;)

  • Clique aqui para baixar no 4shared os gabaritos e comentários da ficha 12.

Agora a lista dos links para posts antigos que são interessantes para seu estudo para a parcial. Vamos lá:

  • Aqui você vai encontrar um post sobre o Barroco como uma expressão artística da dúvida diante das coisas contrárias. O post vai analisar o uso da antítese e do paradoxo como recursos para a expressão desta dúvida.
  • Aqui e aqui você vai encontrar dois posts sobre Pe. Antônio Vieira. Um deles analisa o sermão mais importante de Vieira, o sermão da Sexagésima e o outro compara a produção de Vieira com a produção de Gregório de Matos. Como o poeta não vai ser abordado de maneira específica, sugiro que no caso deste post você vá direto para a análise de Vieira.
  • Este post aqui é sobre o contexto histórico e as características gerais do movimento barroco. Aqui e aqui,  dois posts sobre o pessimismo e o Barroco, um com a análise da animação Pequeno Filme Barroco e o outro, bem curtinho, sobre a temática do desengano.
  • Neste outro post  aqui você encontra uma análise de como as discussões feitas pela literatura barroca e as marcas estilísticas do movimento ainda são muito atuais. Na análise comparativa tem um texto do Reinaldo Azevedo, uma música de Caetano Veloso e mais.
  • Por fim, um dos posts mais acessados do site nos últimos tempos, aqui. Nele você encontra análise de textos diversos.

E antes de eu ir jantar (agora fiquei com vontade de pizza) e tentar ver algo que tenha sobrado de House pra mim hoje: a quem interessar possa, um link para um material interessante sobre antítese, paradoxo e oxímoro, do site Recanto das Letras. Clique aqui.

Beijos e bons estudos!

Pessoas,

Como eu prometi, fica a postagem dos gabaritos e comentários da ficha 11. Basta fazer o downloado aqui.

Um material de bônus. Quem quiser mais uma referências de estudos sobre O Uraguai, eu recomendo o excelente material, produzido por professores do Colégio Marista Rosário, de Porto Alegre. Quem prestou atenção no conteúdo da ficha notou que muitas questões de O Uraguai presentes nela são UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). O livro é obrigatório no vestibular da UFRGS já há alguns anos e os terceiros anos de lá são particularmente preparados para a avaliação desta leitura. Clique aqui e confira!

Até a próxima!

Olá pessoas,

Enquanto vou preparando alguns posts com gabaritos, comentários de questões e dicas para os estudos de nossa próxima avaliação, vou aproveitar para postar um que pode ser bem interessante para vocês. Eu montei um resumo detalhado de Caramuru e um resumo de O Uraguai por cantos. Evidentemente, a leitura deste resumo NUNCA substituirá a leitura da obra. Nunca será a mesma coisa, ler um resumo e ler a obra literária. Entretanto, como estes são poemas particularmente difíceis para os leitores iniciantes, é interessante tomar contato com eles primeiro por esta via.

Caramuru, em si, é uma leitura que eu não recomendo. A obra, no panteão do que se produziu na literatura nacional, ocupa uma posição secundária. Sua importância histórica mesmo é a digestão que os autores do Romantismo fizeram do índio “branqueado” por Santa Rita Durão na figura de Paraguaçu e de Gupeva. Eles me lembram muito a Iracema e o Peri de Alencar — com a IMENSA diferença de que Alencar tinha técnica e talento. Santa Rita Durão, coitado, só tinha técnica.

O Uraguai é uma obra que eu já recomendo — é bem mais interessante e bem resolvida que Caramuru (e com o detalhe de ter sido publicada antes do texto de Santa Rita Durão). Não significa que o leitor iniciante nos estudos de literatura não tenha vontade, nela, de pular páginas e que não fique sem entender várias passagens. O que acontece é que é uma leitura mais instigante e mais “realizável”. Há passagens que realmente tiram o fôlego, e não falo apenas da morte de Lindoia, de que tanto se comenta. Pra mim, a grande passagem de O Uraguai é a morte de Sepé. Se lida adequadamente e em voz alta — acredite, ler em voz alta faz TODA diferença, em qualquer leitura — o texto parece uma cena de filme de ação dos bons.

Por sinal, fica aqui uma dica interessante. Quando você estiver diante daquele livro que caiu na parte chata, sem graça, que dá vontade de jogar o coitado pela janela, pare, respire fundo, pegue uma garrafa de água bem geladinha, beba uns bons goles e leia em voz alta. Preste atenção no ritmo que as palavras devem ter, procure as entonações adequadas para a voz do narrador e dos personagens. Provavelmente o texto vai mudar muito para você. Parafraseando o poeta amazonense Thiago de Mello: o que existe não é um novo livro, mas um novo jeito de ler.

Bom, já estoiu me alongando muito. Clique aqui, baixe os resumos e bons estudos!

Seguindo por esses caminhos da internet que fazem a gente chegar numa página sem nem fazer ideia de como, encontro eu uma coisa preciosa. Vídeos das melhores entrevistas com Alberto Caeiro que eu já vi.

Esses vídeos foram produções de alunos meus do ano letivo de 2009. Eu encontrei, nesse processo, três, apenas, de muitos vídeos interessantíssimos. E divulgá-los aqui é muito mais do que compartilhar informação. É a minha maneira de relembrar, com carinho, de todos os meus alunos do passado – que carrego sempre presentes comigo. Presentes não porque eu lembrarei eternamente do nome de cada um, de como eram, do que faziam. Eu não vou mentir. Presentes porque, mesmo que eu esqueça do nome, do lugar em que sentava na sala, das coisas que a ele interessavam, existe algo que fica em mim, um mosaico daqueles feitos por figuras que são carinhas de diferentes pessoas, e estas pessoas são esses alunos.

O que fica é o que com cada um eu aprendo. O que fica é essa grande lição, que apenas a vivência de um ser humano ao lado do outro ensina. O que fica é o que eu aprendo não só sobre ser uma professora melhor, mas sobre ser uma pessoa melhor.

É por isso que eu preciso subir na cadeira, na mesa – ou descer, nas fendas, nas águas, nos subssolos. Porque cada um desses rapazes, cada uma dessas moças que sentam numa carteira na minha frente, me faz enxergar a vida de um jeito novo.

Obrigada, meus mestres!

Olás!!

Acabamos de iniciar o estudo do Barroco através das artes plásticas. Aqui no Literarizando tem muita sobre este conteúdo, de postagens a links. Para se aprofundar, siga a trilha dos tijolos amarelos.

  • Sobre a união entre razão, ciência e arte que caracterizou o Renascimento e seu movimento artístico, o Classicismo, confira esse post aqui. Nele você pode ver com mais detalhes como os conhecimentos científicos, principalmente da matemática, foram importantes para a construção das obras artísticas do Classicismo. Só pra começar a dar um gostinho: você sabia que foi durante o Renascimento que se descobriu uma constante matemática que organiza a proporção de todas os organismos considerados harmoniosos na natureza (conchas, folhas, favos de mel de colmeias)? E que essa constante foi empregada não só para se desenhar, pintar e esculpir os corpos humanos, mas também foi usada deliberadamente na literatura para harmoniza as partes dos poemas?
  • Aqui você vai conferir um retrospecto das duas obras de Michelangelo que vimos em sala e levar como bonus track um bom material sobre Da Vinci e Rafael. Cowabanga para os artistas ninja do Mestre Splinter. (Piada interna de quem assistia Show da Xuxa explicada no post.)
  • Para ir direto para a postagem sobre as artes plásticas do Barroco, clique aqui. Caravaggio e Bernini reinam nas preferências estéticas da autora deste blog e eu fiz o possível para reverenciá-los adequadamente.

Para fecharmos a chuva de postagens de links de hoje, confira ainda:

  • O site oficial da Capela Sistina (que está na lista permanente de links do blog, à direita e também aqui). O site oferece uma visita virtual à capela com mobilidade de 360º e zoom (use as setas do teclado ou o mouse para percorrer o espaço). Não esqueça de que, além do teto, o fundo do altar também é obra de Michelangelo (o tema é o Juízo Final). Vale MUITO a pena!
    OBS: As pinturas laterais não são de Michelangelo – apenas o teto e o fundo altar.
  • O site oficial de Caravaggio, (também na lista permanente de links do blog e aqui). O site oferece todas as obras creditadas a Caravaggio (e também obras atribuídas a ele mas cuja autoria não é consensual). Na observação das obras estão disponíveis informações e efeitos de zoom. Recomendado.

Pra encerrar mesmo, curta no Youtube os episódios da série da BBC O poder dar arte que foram dedicado a estes artistas. Esta série não está disponível em DVD no Brasil (o que eu, particularmente, considero bullying! Acho MUITO errado isso, pense na revolta!). Abaixo confira a primeira parte do episódio dedicado a Caravaggio e a primeira parte do episódio dedicado a Bernini.

 

 

Caravaggio e Bernini: porque não precisa ser ninja pra ser genial. ADORO!

#curtambemmuito

Beijos!

 

 

 

Oi pessoinhas,

Acabei de fazer atualizações em dois posts antigões relacionados a Caramuru e O Uraguai.

Esse daqui aborda as duas interpretações da história de Caramuru que ficaram no imaginário brasileiro: o poema de Santa Rita Durão e o filme/minissérie Caramuru – a invenção do Brasil. Entre as alterações que eu fiz no post, um acréscimo bônus do trecho que eu me faz escrever #amomuitotudoisso a respeito do filme.

Aqui você vai encontrar um trechinho de uma resenha do livro Missões – Crônicas de um Genocídio. No post original tinha um link para uma resenha completa, mas o site retirou a resenha do ar (pudera, o post é do jurássico ano de 2006: vocês brincavam de pega e nem WordPress existia na época, eu mantinha o Literarizando no Blogspot). De qualquer jeito, o trecho dá uma ideia interessante tanto sobre o livro como sobre os fatos históricos que ele aborda.

Aqui, pra fechar, um post sobre o filme A missão (jurássico também), que compartilha a temática das guerras guaraníticas com O Uraguai. Depois da reformulação, rolou um bônus com uma das faixas da trilha sonora lindíssima que Ennio Morricone fez para o filme.

Vou ficar devendo um post sobre O Uraguai mesmo, mas prometo que eu faço, okeites?

Beijinhos e boa semana!

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