09/02/2010

Dante’s Inferno no Observatório Wookie

Que eu sou estranha e tenho gostos estranhíssimos ninguém tem mais muita dúvida. Mas será que você sabe o que estudar no CAC (Centro de Artes e Comunicação da UFPE, onde fica o Departamento de Letras – também conhecido popularmente pela alcunha de Centro de Aids e Contaminação ou Centro das Abomináveis Criaturas, como incrivelmente não nos lembra a Desciclopédia. Alguém precisa inaugurar o verbete do CAC!) pode fazer com alguém que já tem tendência a viagens literárias e nerdísticas?

Comigo o que aconteceu foi eu encontrar com criaturas mais doidinhas do que eu. E uma delas é meu grande, grande, grande amigo, parceirão, Bruno Piffardini. O Bruninho foi meu grande companheiro nos tempos da federal. Junto tivemos papos loucos inesquecíveis regados a lanche no Beloto (piada interna que só quem estudou no pólo CAC, CFCH – Centro de Filosofia, e CE – Centro de Educação vai entender) e a guerras de sabre de luz (leia lanterna de celular Nokia) no leitorado (leia biblioteca) de inglês.

Faz um tempinho, Bruno, que é poeta e compõe com Wellington (esse mesmo que está linkado aí de lado, uma figura conhecida da maioria de vocês :P ) o Urros Masculinos, reativou sua vida de blogueiro com o Observatório Wookiee.

Eu ia ficar calada aqui sobre o Observatório. Mas não deu, não aguentei. Não depois do post super-hiper-ultra-hihlevel-nerd-power dele sobre literatura e videogame, motivado pelo lançamento de Dante’s Inferno.

Eu confesso que já tinha visto umas manchetes no Omelete sobre o game. Mas não dei bola. Eu jurava que era qualquer coisa menos o que realmente o título sugere: a viagemàs profundezas infernais feita por Dante, personagem do poema épico A Divina Comédia – do italiano Dante Alighieri (não, o nome não é coincidência, o texto afirma uma experiência espiritual que teria sido vivida pelo autor).

É claro que muita coisa tem que mudar do livro para o game. Afinal, a personagem Beatriz, que foi no game sequestrada para o inferno pelo capeta em pessoa, está em todo livro muito bem guardada no céu (é que Dante no livro faz um turismo básico: ele passeia pelo inferno, pelo purgatório e vai até o céu, onde encontra com Beatriz). Clichê básico: pra que Dante voltaria ao inferno, afinal? Em todo game tem que ter um mocinha para ser salva né?

Bom, o fato é que o game tá aí e parece ser interessante. E Bruno teve um monte de ideias interessantíssimas e altamente nerds junto com o game. E ironias a parte, né que bem conduzidas e eivados os clichês excessivos, muita coisa poderia ser aproveitada MESMO? A ideia dele sobre o Hamlet eu AMEI.

Você é uma criatura “altamente” nerd e ficou curiosa com o jogo e com as ideias do Bruno? Você é uma criatura curiosa por vida é tá se coçando para olhar que é a figura que é amigo quase-de-infância da sua professora doida (e do seu professor-poeta doido)? Você é tão viciado quanto eu em Star Wars e quer descobrir que daria ao seu blog o nome de Observatório Wookiee? Clique aqui e leia o texto do Bruno sobre Dante’s Inferno. Ah, a cara é de Wookiee, mas ele não morde, tá?

Beijinhos proceis, pessoas!

06/02/2010

E o primeiro gabarito 2010 vai para…

a ficha 1, claro!

Vamos ser rápidos e diretos (rasteiros NUNCA!! Diga não à mediocridade!) nessa gabaritação. Sigam-me os bons!

Questão 1

De acordo com a moral da história, os artistas desempenham na sociedade a função de entreter, alegrar, divertir a população, como a formiga boa diz que a cigarra faz com o seu canto.

Atenção: essa noção de divertimento e de entretenimento não é, de modo algum, pejorativa. É o canto da cigarra que auxilia a formiga a persistir no trabalho cotidiano. Assim, esse divertimento promovido pelo trabalho do artista também ajuda os seres humanos a suportar a realidade melhor.

Questão 2

Parasitas sociais são pessoas exploradoras, que vivem às custas de outras sem contribuir com a comunidade; são assim chamados, também, seres supérfluos na organização social. Portanto, ao denominar os mbongi de parasitários, Candido destaca que o status por eles adquirido (vivem junto às elites) não é compatível com o que eles oferecem para a sociedade dos tonga. Na verdade, o produto da arte dos mbongi é usado para manter as relações de poder já existentes.

Questão 3

Resposta pessoal. Desenvolvam a argumentação de vocês.

Questão 4

Idem. (Preciso dizer que estou curiosa com as argumentações das questões 3 e 4!)

Questão 5

Item A – Na fábula, Monteiro Lobato assinala que a arte tem um papel social importante e que o artista é um trabalhador como os outros. Sendo assim, deve-se dar condições para que os artistas possam se sustentar quando eles não conseguirem se manter sozinhos.

Item B – Lobato construiu dois personagens de caráter antagônico: uma formiga boa, solidária, e uma formiga má, invejosa, pão-dura (ela é usurária, ou seja, comete o pecado – noção importantíssima para a condução ética de um país predominantemente católico como o nosso – da usura) e mesquinha. Com esses perfis ele incentiva o leitor a querer se parecer com aquele que é retratado como bom, comportando-se como ele. Além disso, Lobato também destaca que a formiga má não tinha importância social, pois não faria falta a ninguém.

Questão 6

Manuel Bandeira, em Nova Poética, afirma que a o papel da poesia é ser como uma mancha de lama numa roupa branca, é “Fazer o leitor satisfeito de si dar o desespero“. Isto significa que a poesia denuncia as imperfeições da vida, tira as pessoas da realidade às quais elas estavam acostumadas e nas quais estavam acomodadas. Por isso a ideia de poeta que ele lança é a do poeta sórdido: sendo “sujo” ele está próximo dessas imperfeições da vida e pode levá-las ao seu trabalho. Essa poesia que se aproxima da realidade se opõe ao lugar-comum de poesia como algo delicado (orvalho), fantasioso, ligado apenas a sonhos românticos (menininhas, virgens e amadas são palavras que se relacionam com campos da afetividade) e femininos (afinal, ele deixa a poesia-orvalho apenas para seres femininos, sejam eles tangíveis – menininhas, virgens, amadas – ou intocáveis – estrelas).

05/02/2010

Os retratos do artista

Hello, pessoas,

Gostaram dos nossos três primeiros enigmas? Elaborar respostas para eles é pensar em uma teoria da literatura. Em uma, no indefinido, porque existem/existiram muitas correntes teóricas em vários lugares e tempos e provavelmente continuarão existindo. Para citar nomes podemos falar, só nas mais recentes, no formalismo russo, no new criticism americano, na escola da recepção e na teoria do efeito.

Ai, meu Deus, a gente vai ter que saber cada uma dessas teorias?

Ai, meu Deus, digo eu! Calma, cocada. Deixei aí apenas para constar alguns nomes, e só. Não vamos estudar essas teorias, mas é bom saber que existem várias. Não, também não precisa saber alguns nomes não. Mais calmo agora?

O que vamos fazer ao trabalhar com nosso primeiro tema, o qual é a arte e a própria literatura, é pontuar as orientações mais importantes dessas teorias para que possamos compreender o que significa lidar com arte, lidar com literatura. E o nosso primeiro foco vai ser responder à pergunta mais básica de todas, que orienta todo restante. E a pergunta mais cabulosa de todas, por consequência:

  • O que é literatura?

Já deixei muitos de vocês, a maioria quase absoluta, eu acho, pensando nisso. E vou deixar mais um pouquinho (é, eu adoro um suspense. Acho que li Agatha Christie demais quando tinha 12 anos). Dar uma definição, um norte para esse questionamento será uma cena dos nossos próximos capítulos. Por hoje eu prefiro discutir mais aprofundadamente uma outra coisinha com vocês: o papel dos artistas na sociedade.

Se alguém ainda acha que artistas são artigos de luxo na escala de sobrevivência da humanidade e que se 2012 acontecesse agora o importante mesmo era a sobrevivência de médicos, engenheiros, agrônomos, zootecnistas e outros profissionais que na prática realmente garantem a sobrevivência e o avanço da humanidade, pare agora. Pense  outra vez. Coloque, nessa sua projeção de futuro, a vivência cotidiana dessas pessoas. Com o fim dos tempos, esses sobreviventes teriam perdido toda conexão com o legado cultural anterior a eles. Sem registros de música, sem livros, sem pinturas, esculturas, fotografias, nada, zero. E sem músicos, pintores, escultores, fotógrafos, paisagistas, escritores, atores, gente que pudesse fazer novas obras de arte (só sobreviveram os práticos, sem talento ou formação artística). E faça o que sobrou da humanidade viver, dia após dia, o resto da vida, nesse cenário: nenhuma música, nenhuma história, nenhuma imagem bonita. Só a realidade do cotidiano. Dia após dia.

Paro eu agora porque me dá calafrios! Como os calafrios da cigarra, na fábula da cigarra e da formiga. Seguindo a moral tradicional, a cigarra é apenas uma leviana, irresponsável, que não se preocupa com o futuro, e certa está a formiga, porque trabalha – e trabalhar significa acumular dindim na fábula – e se prepara para tempos de escassez. Não deixa de ser uma concepção de mundo válida, evidentemente. Não, eu nunca vou dizer para vocês que a moral da fábula original está incorreta. É lógico que temos que nos preparar para o futuro. Mas será que passar o dia cantando e dançando como a cigarra faz não significa também um trabalho? Um que pode ter resultados muito incertos em termos de estabilidade, talvez? Fazer arte também não é exercer um trabalho? E um importante?

Na versão de Monteiro Lobato para a fábula da cigarra e da formiga, temos duas formigas e dois finais. Uma delas, a formiga boa, lembra-se do prazer que o canto da cigarra lhe dava durante o trabalho, como ele ajudava que a labuta fosse menos dura. A outra, a formiga má, que Lobato diz ser invejosa, diz que o trabalho da cigarra (a música dela) é irritante. A formiga boa salva a cigarra dando abrigo e a má a condena a morrer congelada. No primeiro final, a cigarra continua cantando no tempo do estio; no segundo, o mundo, no tempo bom, perde o canto da cigarra e fica mais triste.

Se o mundo não para (que agonia escrever isso sem acento!) porque um artista deixa de existir, também não dá por falta sem a existência de um trabalhador do tipo comum. Mas sem o artista algo muda para a coletividade. Existe uma perda nas nossas vidas quando a arte não está mais lá. Uma perda que Lobato, na fábula, chamou de alegria, e à qual podemos dar outros nomes. Entretenimento, distração, escape, enlevação, reflexão, prazer.

É para isso que serve um artista? Para nos dar apenas essa coisa fútil que é o entretenimento?

Fútil é uma palavra forte e pejorativa demais para algo que é importante para nossa existência (ajudar a suportar a carga do cotidiano). E não, um artista não serve apenas para nos dar entretenimento. Existem outras funções legitimadas por cada sociedade, para seus artistas. É o caso dos mbongi entre os banto (um grupo étnico moçambicano). Como nos fala Antonio Candido em seu Literatura e Sociedade, os mbongi são uma espécie de poeta-puxa-saco-oficial dos chefes da sua etnia. O fato de eles irem à frente dos chefes, sempre que eles se deslocam, declamando poemas que elogiam o chefe, seus ancestrais e seus descendentes tem uma grande importância na etiqueta, no protocolo social daquele lugar. Mais ainda: é uma forma de manutenção das relações de poder. Se a população ouve sempre aquela ladainha de que os chefes são seres incríveis e maravilhosos, vai ser influenciada a sempre concordar com as determinações deles.

Por isso o Antonio Candido chamou esse grupo de artistas de parasitários. Sendo parasitas, eles são organismos que se beneficiam de uma estrutura mas não contribuem com ela. Os mbongi não produzem nada para o grupo social que os gerou, apenas para os chefes, e contribuem para que a população permaneça alienada, sem consciência da possibilidade de mudar seu contexto social.

Quando lemos Candido pode parecer que esse tipo de artista só existe em lugares remotos ou em tempos muito antigos. Mas a conduta dos mbongi me lembra de alguns casos, bem recentes até, de obras que foram financiadas para sustentar ideologias e grupos dominantes. É o caso dos filmes da  Leni Riefensthal.

Leni Riefensthal foi a diretora de cinema responsável pelas duas obras cinematográficas que mais consistentemente exportaram a ideologia do partido nazista: O triunfo da vontade (filme de 1934, indicado na lista dos 1001 filmes para ver antes de morrer) e Os deuses do estádio (filme de 1938 ligado às Olimpíadas de Berlim). Os dois filmes fizeram parte do projeto de propaganda nazista elaborada pelo ministro da Propaganda, Joseph Goebles, junto com muitas outras obras. O governo, na época, financiava projetos que divulgassem os ideiais nazistas, a teoria da superioridade racial dos arianos e/ou que reforçassem ódios e preconceitos contra os inimigos do Reich. Em obras de ficção judeus eram os grandes vilões, assim como os russos eram bárbaros e o comunismo uma ideologia que incentivava suas tendências para cometer crimes. Detalhe: como durante a II Guerra Mundial houve um período em que Alemanha e Rússia assinaram um acordo de não-agressão, durante o período em que esse pacto vigorou, os personagens russos nos filmes passaram a ser bem mais agradáveis.

É claro que não apenas na II Guerra Mundial se usou a arte para defender ou reforçar ideologias. E também que não apenas o cinema foi usado para isso, qualquer expressão artística pode ser transformada em veículo ideológico. Até a moda, que alguns dizem ser uma nova forma de expressão artística. A música, se vocês observarem com atenção, pode defender ideologias sobre os papéis masculino e feminino, afirmando que mulher de verdade é Amélia, aquela que não tinha a menor vaidade, ou que são as cachorras e as mulheres-fruta as que interessam.

Mas, prof, essas músicas não são financidas pelo governo, como os filmes da II Guerra Mundial foram. Então não são coisas de parasitas, né?

Muito bem lembrado, Daniel Sam! Não, não são parasitas. Mas não significa que não haja várias obras parasitas por aí sem que a gente saiba. Tem um pessoal com uma teoria conspiracionista que jura de pé junto que o filme do Barreto sobre Lula é uma obra parasitária por excelência. Se é ou não, não sei, não me aventuro nesse tipo de julgamento. Mas que tem por aí muita gente, aqui no Brasil e lá fora, que recebe dinheiro de grandes empresas para colocar um molhozinho nas suas obras e propagar os intere$$e$ desses grupos, ah tem. Quem assistiu o Dia em que a terra parou, o remake, cansou do merchandasing, de tão evidente que foi.

Então, um artista não apenas diverte e entretém, mas ele pode, através de seu trabalho, conduzir uma sociedade para uma interpretação do mundo e das coisas. E, como vocês sabem, existe o lado branco e o lado negro da Força. Ele pode conduzir suas atividades para alienar as pessoas ou para fazê-las prestar mais atenção ao mundo que as rodeia, como o poeta da nódoa do Manuel Bandeira. Um artista pode servir a um grupo apenas ou à coletividade. São muitos os retratos que podemos fazer dessa cigarra nossa de todo dia. Este ano vamos conhecer vários deles e que papel ou quais papéis eles desempenharam com a sua arte.

Por agora é isso, fofíssimos. Beijos para todos!

PS: Gabarito da ficha 1 no ar amanhã, ok? Bjsss

28/01/2010

Tête-à-tête

Sabiam que professor também fica ansioso em início de ano letivo? Fica sim!

Vocês, no início de uma nova etapa, passam a conviver com cerca de 40/45 pessoas, que se tornam as suas parceiras de dia-a-dia, de trabalho. Muitas vezes vocês voltam a conviver com essas pessoas, que já conhecem (e às vezes há muito tempo).

Professor, salvo raras exceções, passa a conviver com, 6, 12, até 20 vezes esse número. É só fazer as contas: quantas turmas seu professor de Química do ano passado tinha na sua escola? E nas outras (quase impossível ele trabalhar numa escola só)?

Agora imagina: se você tem ansiedade em saber quem serão seus colegas, ou em como estarão e como será o novo ano, imagina os seus professores! Professor quer, sim, saber quem vocês são, conhecer cada um, o melhor que puder! Professor é gente que trabalha com gente, para educar gente. Mais do que ensinar Química ou Português, professor quer mesmo é ser aquela pessoa que faz os outros descobrir que o mundo é mais, que a vida é fascinante, e que existem mais possibilidades do que a gente imaginava.

Às vezes o tempo que nós temos em sala é tão escasso, tão curtinho, que nem dá para uma parte de vocês descobrir que “por trás dessa neve mora um coração“, como disse o poeta Chico. É por isso que estou aqui, na minha ansiedade por saber para quem estou escrevendo, quem são vocês esse ano, meus alunos, que estou inaugurando duas novas categorias aqui na nossa casa: a Tête-à-tête e a Achei na web. Tête-à-tête é uma expressão francesa, que significa algo como conversa íntima, direta. A tradução mais direta seria cara-a-cara, mas eu não gosto dela. Parece briga, bem diferente do que o Tête-à-tête é. Bom, nessas categorias eu vou postar coisas que não estarão relacionadas com conteúdo de escola, de sala. O Tête-à-tête vai ser um espaço para se falar de vida aqui no Literarizando, tá? E ele está devidamente inaugurado com esse post.

O Achei na web acho que eu nem preciso explicar o que é né? Dicas de sites, de vídeos, de programas e qualquer outra coisa que se relacione ao universo da literatura, da leitura e da arte em geral que eu achar que pode interessar vocês. Por sinal, para inaugurar essa categoria também, fica aqui um link (que vai ser devidamente adicionado às indicações do blog) para o Jamendo. O Jamendo é um site que hospeda música para dowloads grátis e legalizados! Ele contém mais de 29 mil álbuns e músicos de todo planeta disponibilizam seus trabalhos nele para divulgação. As músicas têm direitos autorais pelo Creative Commons, o que assegura a atribuição da autoria (diga sempre NÃO ao plágio!).

A variedade do Jamendo é incrível! Vocês vão encontrar jazz, rock, pop, hip-hop, música instrumental. Quem tem banda e quiser começar a divulgar sua arte pode encontrar no site uma plataforma bem interessante.

Tks pra minha amiga Milena que me deu a dica do Jamendo. Valeu Mi!

E para vocês que eu ainda não conheço, ficam beijos. Semana que vem a gente começa a se descobrir!

22/01/2010

Reformando a casa

Página em remodelação para o ano letivo 2010.

Ansiosa para encontrar os novos alunos!

Sejam bem-vindos sempre!

05/12/2009

Gabarito da revisão final

Ai que saudade de ter tempo para deixar posts bem legais para vocês aqui!

Não é abandono não (não permanentemente)! É correria de fim de ano mesmo!

Vocês pediram o gabarito e ele está aqui. Qualquer dúvida mandem um sinal de fumaça!

1 – C

2 – D (lembrando, gente, a correção do enunciado: onde se lê texto 1 é texto 2 e onde se lê texto 2 é texto 3)

3 – C

4 – B

5 – E

6 – C

7 – D

8 – B

9 – E

10 – B

11 – D

12 – D

13 – E

14 – D

15 – B

16 – B

17 – D

18 – FVVFF

20/11/2009

Gabarito da trimestral

Hello, povo!

Não deu para postar antes, mas o gabarito está aqui! Espero que tenham se saído bem!

 

1 – B

2 – D

3 – C

4 – D

5 – D

6 – E

7 – D

8 – E

9 – C

10 – E
11 – C
12 – D
13 – D
14 – D
15 – B
16 – B

13/11/2009

Exercícios para o SSA – ficha 3

Fofinhos,

Eita que tá chegando a hora.  Suco de maracujá, salada de alface e boas noites de sono daqui pra domingo. O trabalho foi feito ao longo do ano e agora o que vocês precisam é de concentração e relaxamento.

Conselho de amiga? Tirem o sábado à tarde para descansar. Cineminha, pipoca e dormir cedo. Domingo de tarde vocês farreiam bastante, mas até lá, fiquem nas atividades light!

Aqui o gabarito da ficha, meu beijo e boa sorte! Que a Força esteja com vocês!

1 -52

2 -E

3 -B

4 -B

5 – E (Para quem não pegou a informação: temos correção a fazer. Na alternativa D, onde se lê texto 7, leia-se texto 8)

6 – C

7 – E

8 – C

9 – B

10 – D

11 – VFFVV

12 – D

13 – B

 

10/11/2009

Exercícios para o SSA – ficha 2

Gente, estou sumida, sem tempo nem para respirar. Fim de semestre é assim mesmo, principalmente esse, particularmente agitado, tanto para vocês como para mim!

Como eu combinei com alguns de vocês, fica aqui o gabarito da ficha 2 de exercícios para o SSA. Espero que tenham se saído bem!

1 – E

2 – B

3 – E

4 – C

5 – B

6 – C

7 – E

8 – B

9 – A

10 – B

11 – B

 

13/10/2009

Gabarito da Parcial – III Trimestre

Oi, povo!

Só não atendi aos pedidos antes porque o meu digníssimo chefinho, atarefadíssimo com a Bienal, não havia liberado ainda o gabarito da parte de gramática. Aqui o gabarito fofo da provinha de vocês!

1 – D

2 – A

3 – B

4 – E

5 – D

6 – D

7 – A

8 – C

9 – B

10 – A

11 – D

12 – B

13 – E

Espero que tenham gostado dos resultados!

Beijinhos!